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Campanhas
 

 

1- CAMPANHA PELO NÃO NO REFERENDO

O Instituto Tolerância Zero iniciou suas atividades no final de 2.004.

A primeira campanha publica que o ITL participou ativamente foi a campanha pelo NÃO no referendo sobre comercio de armas e munições que ocorreu em outubro de 2.005.

Inicialmente as pesquisas apontavam uma vitória esmagadora do SIM com mais de 75% dos votos. O SIM contava com o apoio descarado de grandes veículos de comunicação, do Governo Federal e com a omissão covarde da maioria dos Governos Estaduais.

No lançamento da campanha pelo SIM no referendo em Minas Gerais, a imprensa confirmou a presença de cerca de 400 pessoas, inúmeros políticos de ocasião e cerca de 50 ONGs que se declaravam a favor do SIM.

Era de “bom tom” ser a favor do SIM. Artistas globais contratados a peso de ouro, ONGs com recursos financeiros inesgotáveis espalhavam aos quatro ventos a solução de todos os problemas : bastava votar no SIM.

Do outro lado uma meia dúzia pessoas, pouquíssimos políticos e o Instituto Tolerância Zero se declaravam indignados com a vergonhosa manipulação da opinião publica com dados e estatísticas mentirosas.

Foi fato elucidativo a declaração de uma repórter da Radio Itatiaia que agradeceu ao porta voz do ITL a entrevista porque ela não poderia divulgar o noticiário se não houvesse alguém a falar pelo NÃO, era a Lei eleitoral e todos os espertos de ocasião queriam falar pelo SIM. Vivíamos a famosa unanimidade burra e sem o contraditório inteligente.

Todos sabem o final da historia.

Em apenas algumas semanas, uma campanha vigorosa pela internet, inúmeros debates com a participação dos dois lados da questão e uma divulgação firme através do boca a boca virou de cabeça para baixo as pesquisas de opinião publica, que se deu conta de que estava sendo vergonhosamente manipulada, resultando numa vitória esmagadora do NÃO no referendo.

Este é o perfil do ITL.

Não estamos aqui para defender a posição mais popular, a mais demagógica ou mudar nossa opinião de acordo com as pesquisas como fazem estes parlapatões que infestam o congresso nacional.

Nossas posições são firmes e decorrem do estudo dos diversos assuntos e de uma analise racional dos fatos.

Não somos ligados a nenhum partido político e não precisamos de votos, queremos conquistar as mentes das pessoas, pelo argumento, pelo convencimento.

 
 



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